Ser e gostar

O ser medita, o eu me dita. Ou será o contrário? Estou  ontologicamente confusa nesta questão. Só posso dizer que me alinho com Paul Valéry: “O mais profundo é a pele”. Sigo os passos patafísicos de Alfred Jarry. Às  vezes não sei se sou um cronópio, uma fama ou uma esperança. Às vezes nem sei se sou.  Mas sei que gosto de Júlio Cortázar e de Alejandro Jodorowsky. Também gosto de Polanski, Ginsberg, Kerouac, Glauber, Clarice, Adélia e Frida. Curto Cobain e o Nirvana  e gosto da vida. Ser ou não ser é muita complicação pro meu gosto.

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